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Governo libera cota extra para pesca da tainha após críticas da FPA
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Após intensas críticas e mobilizações de parlamentares da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o governo federal decidiu liberar uma cota extra de 430 toneladas para a pesca da tainha em Santa Catarina. A medida foi anunciada pelo Ministério da Pesca e Aquicultura, que havia determinado o encerramento precoce da safra na modalidade de arrasto de praia, alegando que a cota estipulada para 2026 havia sido atingida em 90%.
Pressão política e reação do setor pesqueiro
A decisão inicial do governo gerou descontentamento entre os pescadores e parlamentares, que argumentaram que a tainha é um recurso migratório e que as condições climáticas da temporada não permitiram a captura total nos municípios litorâneos. A deputada Daniela Heiner, uma das principais defensoras da liberação, destacou que a atividade de pesca é fundamental para a subsistência de milhares de famílias catarinenses.
Divisão da cota extra
- Centro Norte: 230 toneladas
- Centro Sul: 200 toneladas
Com a nova regulamentação, os pescadores artesanais do litoral catarinense estão autorizados a voltar ao mar, após a publicação da portaria interministerial que revisou a decisão anterior.
Impacto na comunidade pesqueira
A liberação da cota extra é vista como uma vitória para a comunidade pesqueira, que depende da atividade para garantir renda e sustento. A pressão política e o apelo da bancada de Santa Catarina no Congresso Nacional foram cruciais para a reversão da decisão do governo federal.
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